Elizeth Cardoso é revivida por Celso Sim e João Camarero em álbum que sairá no Dia Nacional do Samba

  • 23/11/2022
(Foto: Reprodução)
Cantor e violonista lançam, em 2 de dezembro, disco com músicas do repertório da cantora carioca, morta em 1990, e com texto de Alaíde Costa no encarte da edição em CD. Capa do álbum 'Divina Dádiva-Dívida', de Celso Sim e João Camarero Autor desconhecido / Elizeth Cardoso em 1934 / Acervo do Instituto Moreira Salles ♪ No mesmo ano de 1974 em que forneceram para Clara Nunes (1942 – 1983) a música que alicerçou a carreira da cantora mineira, Conto de areia, os compositores Romildo Bastos (1941 – 1990) e Toninho Nascimento tiveram outro samba inédito apresentado ao Brasil, Aroeira, mas na voz lapidar de Elizeth Cardoso (16 de julho de 1920 – 7 de maio de 1990). Lançado pela cantora carioca no álbum Feito em casa (1974), o samba Aroeira passou despercebido pelo público. Tanto que jamais foi regravado. Até então. Aroeira é uma das surpresas do repertório de Divina Dádiva-Dívida, álbum em tributo a Elizeth Cardoso que o cantor Celso Sim e o violonista João Camarero lançarão em 2 de dezembro, Dia Nacional do Samba, em edição do Selo Circus. Com texto de apresentação escrito por Alaíde Costa e exposto na edição em CD, o álbum totaliza 16 faixas, entre músicas e textos como Serafim Ponte Grande (Oswald de Andrade, 1933). Sem evitar standards como Três apitos (Noel Rosa, 1933), Chão de estrelas (Silvio Caldas e Orestes Barbosa, 1937), Chega de saudade (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958), Luz negra (Nelson Cavaquinho e Amâncio Cardoso, 1961) – samba gravado por Elizeth em 1965 e escolhido para anunciar o álbum de Celso e Camarero em single programado para sexta-feira, 25 de novembro – no repertório do disco, o cantor e o violonista abordam um ou outro tema pouco ou nada associado a Elizeth. É o caso do samba De manhã, música que apresentou Caetano Veloso ao Brasil na voz de Maria Bethânia em 1965. O samba De manhã foi gravado por Elizeth com o Zimbo Trio em disco editado em 1970. O repertório, os arranjos, a produção musical e a direção do álbum Divina Dádiva-Dívida são assinados conjuntamente por Celso Sim e João Camarero. A capa do disco expõe foto tirada por Elizeth em 26 de abril de 1934, quando a artista tinha 13 anos (iria fazer 14 em julho daquele ano). Sem autor identificado, a imagem faz parte da Coleção Elizeth Cardoso, do Instituto Moreira Salles (IMS). Celso Sim (à esquerda) e João Camarero assinam os arranjos e a produção musical do disco em que celebram Elizeth Cardoso Pablo Saborido / Divulgação

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2022/11/23/elizeth-cardoso-e-revivida-por-celso-sim-e-joao-camarero-em-album-que-saira-no-dia-nacional-do-samba.ghtml


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